O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós.
JEAN-PAUL SARTRE
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domingo, 13 de novembro de 2011

«FUGA PARA O BARROCO»

Num concerto da Casa da Música, no âmbito do Festival «À Volta do Barroco» o programa apresentado, intitulou-se «Fuga para o Barroco». Foram tocadas obras de compositores contemporâneos, que se inspiraram em formas e géneros musicais oriundos do barroco e com a formação instrumental de cordas, o corpus das orquestras barrocas.

Ouviu-se: Mendelssohn, Respighi, Stravinsky
Heitor Villa-Lobos, Aldemaro Romero e Alberto Ginasterra.

Destaco Villa-Lobos, «Bachianas Brasileiras nº 9», que alude ao maior compositor do período barroco, Johann Sebastian Bach. Composto em dois andamentos, Prelúdio e Fuga.

Do programa: «A Fuga é um verdadeiro monumento de contraponto digno de Bach e o seu final é verdadeiramente grandioso. O seu ritmo, estruturada num compasso de 11 tempos (5+6), cria um efeito simultâneamente sincopado e irregular».



Não foi por acaso que escolhi este vídeo, no mesmo é apresentada obras do pintor Cândido Portinari, um pintor que muito aprecio. Nas suas obras, o pintor retratou questões sociais e aproximou-se da arte moderna europeia. As suas pinturas aproximam-se do cubismo, surrealismo e dos pintores muralistas mexicanos, sem, contudo, se distanciar totalmente da arte figurativa e das tradições da pintura. O resultado é uma arte de características modernas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

À VOLTA DO BARROCO - CASA DA MÚSICA

Na Casa da Música decorre o ciclo À VOLTA DO BARROCO, de 31 OUT a 14 NOV. Abriu com Concertos para Órgão de ANTONIO SOLER, por Filipe Veríssimo e Tiago Ferreira, seguiu-se o cravista Ton Koopman ( Buxtehude, Frescobaldi, Bach, Seixas, Scarlatti e outros).
Hoje a OSPCM, dirigida por Yves Abel, com a participação da cravista Maggie Cole, apresentou o seguinte programa:
Gabriel Fauré (Pavana), Francis Poulenc (Concerto Campestre) e Maurice Ravel (Pavana Para um Infanta Defunta, Suite de Ma Mére l’Oye e o Túmulo De Couperin)
Porque estão incluídos estes compositores do séc. XIX/XX, neste ciclo? Estes compositores viveram numa época de revivalismos. A França, depois de longos anos de uma vida musical de segundo plano, devido ao sinfonismo germânico, firmou o seu renascimento a um estilo enraizado nos compositores do Barroco. Esta procura de uma expressão própria, resultou numa linguagem realmente única, marcada por uma clareza de recorte, sensualidade rítmica e melódica, bem como uma riqueza de colorido.

Próximo concerto, a não perder com HESPÈRION XXI, com Jordi Savall, cujo programa será: ISTAMBUL 1710 - «O LIVRO DA CIÊNCIA DA MÚSICA» DE DIMITRIE CANTEMIR E AS TRADIÇÕES MUSICAIS SEFARDITAS E ARMÉNIAS.