JEAN-PAUL SARTRE
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Fabergé
Especializou-se na confecção de obras com motivos de arranjos florais, grupos humanos e animais. Actualmente é mais conhecido pelos seus famosos ovos de Páscoa, conhecidos como Ovos Fabergé realizados para a família imperial russa, e que o czar oferecia anualmente aos seus familiares.
Criados para os czares russos, os Ovos Fabergé eram obras-primas da joalheira. Produzidos com a combinação de materiais como ouro, prata, cobre e platina através da utilização de técnicas de esmaltagem plique-à-jour. Esses ovos, hoje, são disputados por coleccionadores de todo o mundo.
sábado, 24 de maio de 2014
Henri Michaux (Namur, 24 de Maio de 1899 - Paris, 18 de Outubro de 1984)
Michaux pretendia tornar-se padre mas o seu pai dissuadiu-o e foi estudar Medicina, que acabou por abandonar, decidindo ir viajar. Foi fogueiro
num navio da marinha mercante francesa.
Influenciado pela leitura de Lautréamont, começou a escrever.
Os seus pais desaprovavam o seu estilo de vida e Michaux mudou-se para Paris.
Para ganhar a vida, trabalhou como professor e secretário e começou a pintar, interessando-se pelos surrealistas. A publicação dos seus poemas foi criticada, por uns e elogiada por outros, como: André Gide, Lawrence Durrell, Octavio Paz,
Para além dos textos especificamente poéticos, redige cadernos de viagens reais ou imaginárias, com influência propositada de drogas, entre outras, mescalina, uma droga que altera a percepção do tempo e cria alucinação visuais..
Nos anos 60 Michaux igualmente fez um filme sobre o haxixe e a mescalina. Quando o filme foi mostrado na "Salle de Géographie", esta encontrava-se lotada. Michaux recebeu o prémio Einaudi em 1960 na Bienal de Veneza mas, cinco anos mais tarde, recusou aceitar o Grande Prémio de Letras francês.
"Malheur à ceux qui se contentent de peu»
o pássaro que se apaga
É durante o dia que ele aparece, no dia mais branco.
Pássaro.
Bate as asas, voa.
Bate as asas, apaga-se.
Bate as asas, ressurge.
Pousa. E depois desaparece. Com um bater de asas
apagou-se no espaço branco.
É assim que se comporta o meu pássaro familiar,
o pássaro que vem povoar o céu
do meu pequeno pátio. Povoar?
Bem se vê de que maneira...
Mas permaneço quieto, a contemplá-lo,
fascinado pela sua aparição,
fascinado pela sua desaparição.
henri michaux
antologia
tradução de margarida vale de gato
relógio d´água
1999
PINTURAS E DESENHOS
sábado, 25 de maio de 2013
SENA DA SILVA
Uma «matriz humanista», a que não é alheia a influência neorrealista, e a natural contaminação do desenho: Eis o enquadramento da exposição patente na CORDOARIA NACIONAL, em Lisboa.
«Há nas suas imagens uma especial atenção ao contexto histórico, aos anónimos, às pessoas da cidade e às circunstâncias difíceis em que vivia uma boa parte da população. Mas o que o distingue de outros fotógrafos da sua geração é a relação com o desenho, com o design, que se traduz num certo sentido de composição. No trabalho formal do modo de enquadrar. A sua plasticidade visual torna-o mais ecléctico».
Sérgio Mah, investigador e professor da Ciências da Comunicação e comissário desta exposição.
Sena da Silva faz parte de uma geração: Victor Palla, Costa Martins, Gerard Castelo-Lopes, Carlos Calvet , Carlos Afonso Dias, que fundaram a moderna fotografia portuguesa, sem se conhecerem bem uns aos outros.
Sena da Silva, experimentou a experiência criativa do olhar. E a exposição está para ver com trabalhos, que nunca foram expostos!
segunda-feira, 15 de abril de 2013
MARCEL DUCHAMP
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
ATELIER UTOPIA – MIGUEL PALMA (GALERIA DA FUNDAÇÃO EDP-PORTO)
sexta-feira, 9 de março de 2012
VHILS - ARTE URBANA
Alexandre Farto (aka VHILS)
FONTE: INTERNET
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
FERNANDO LANHAS (Porto 1923 - Porto 2012)

Pintor e arquitecto, foi pioneiro da arte abstracta. Estudou na Escola de Belas Artes no Porto e foi colega de Júlio Resende, Júlio Pomar e Nadir Afonso.
«A morte é uma coisa que não me assusta, mas incomoda-me. Põe-me a pensar e a ideia anda aqui sempre à volta da cabeça».
Apesar de nos seus últimos anos, ter grandes dificuldades para ver, nunca deixou de desenhar, escrever e sobretudo de inquietar-se com «a origem das coisas».
Lanhas além de arquitecto e pintor, desenvolveu trabalhos nas áreas de ciência, arqueologia e astronomia.
A sua última exposição foi no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, em 2001, uma exposição antológica. João Fernandes director do museu disse sobre Lanhas: «foi um artista singular, um dos casos mais universais que Portugal, infelizmente ainda não conseguiu divulgar internacionalmente».

terça-feira, 31 de janeiro de 2012
VIK MUNIZ
Um documentário: «Lixo Extraordinário», que fez sobre os catadores da maior lixeira do mundo, no Rio de Janeiro está nomeado para os Óscares. Já recebeu um prémio no Festival de Cinema de Berlim.
O seu trabalho está exposto no Centro Cultural de Belém, com obras criadas desde 1980.
LIXO EXTRAORDINÁRIO
PERSPECTIVA SOBRE A SUA OBRA
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
JÚLIO RESENDE (1917-2011) - RIBEIRA NEGRA
O painel pintado por Júlio Resende «Ribeira Negra» no seu original pode ser visto no Museu de Transportes do Porto, antiga Alfândega. A sua representação em Azulejo encontra-se na Ribeira, zona histórica e típica do Porto.




SOBRE O MESTRE JÚLIO RESENDEDe uma obra vastíssima, o painel Ribeira Negra, executado em 1968 por encomenda da Câmara Municipal do Porto, é tido como o melhor painel cerâmico contemporâneo. É a sua obra obra-prima, a mais emblemática, uma obra destinada ao espaço público, integrada na paisagem da cidade e muito especialmente na zona da Ribeira, onde registou de forma surpreendente as suas características.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
BANKSY -O FANTASMA PROVOCADOR DAS RUAS BRITÂNICAS

Banksy nasceu em 1975 em Bristol e o seu verdadeiro nome não é conhecido. É um artista de rua e enche as paredes de Bristol e Londres com os seus trabalhos em stencil. Iniciou a sua carreira com 14 anos, quando foi expulso da escola e esteve preso por pequenos delitos.
Como activista social, expõe a sua aversão aos conceitos de autoridade e poder. Nos seus trabalhos há criticas sociais, comportamentais e políticas de uma forma agressiva e sarcástica.
Em Bristol, inicialmente os seus trabalhos em paredes eram tapados com tinta, hoje são reconhecidos e preservados, devido à sua qualidade, Banksy conquistou o direito de intervir, ser apreciado e respeitado.


A art undergroud redefiniu, nas últimas décadas, as fronteiras e a subjectividade da expressão artística, colocando-a no limiar do vandalismo.
Porta-voz de todo um movimento libertário, Banksy surge na penumbra, mantendo o anonimato, provando que não é a auto-imagem a força motriz da projecção mediática. Banksy é um fantasma. Espectro de uma geração inconformada, política e socialmente activa e subversiva, não olha a meios para expor a sua obra. Criticando os problemas da contemporaneidade, explorando uma ideologia anarquista, pacifista, anticapitalista e absurda, assim se mostram os seus trabalhos: eficientes e provocadores, apesar de serem falíveis à passagem do tempo e ao eventual desaparecimento.


http://www.artofthestate.co.uk/banksy/banksy.htm
http://www.banksyunmasked.co.uk/






















