O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós.
JEAN-PAUL SARTRE
JEAN-PAUL SARTRE
sábado, 30 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Retrato do Herói
domingo, 17 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
ESCUTA ZÉ NINGUÉM!
Escrito em 1945, Escuta, Zé Ninguém! foi o resultado de tumultos e conflitos íntimos de um cientista e pensador profundamente inconformista. Lido por milhares de leitores ao longo de várias gerações Escuta, Zé Ninguém!, é ainda hoje um livro de reflexão importante.
«Terás de entender que és tu quem transforma homens medíocres em opressores e tornas mártires os verdadeiramente grandes; que os crucificas, os assassinas e os deixas morrer de fome; que não te ralas absolutamente nada com os seus esforços e as lutas que travam em teu nome; que não fazes a menor ideia de quanto lhes deves do pouco de satisfação e plenitude de que gozas na vida.»
«Terás de entender que és tu quem transforma homens medíocres em opressores e tornas mártires os verdadeiramente grandes; que os crucificas, os assassinas e os deixas morrer de fome; que não te ralas absolutamente nada com os seus esforços e as lutas que travam em teu nome; que não fazes a menor ideia de quanto lhes deves do pouco de satisfação e plenitude de que gozas na vida.»
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Não Há Vício que se não Esconda Atrás de Boas Razões
quinta-feira, 31 de maio de 2012
REFLEXÃO-MISHIMA
«Naquele
momento, teria sentido uma alegria muito enganadora ao pensar que o meu desejo,
a satisfação do meu desejo forneceria uma prova evidente da minha
impossibilidade de sentir o amor. Mas a carne traiu-me: aquilo que o meu
espírito queria, o meu corpo fê-lo no seu lugar. Achei-me desta maneira perante
uma nova contradição. Falando um pouco vulgarmente, diria que, convencido de
nunca vir a ser amado, limitara-me a sonhar acerca do amor; e que, finalmente
substituíra o amor pelo desejo, facto que me trouxera a paz. Mas subitamente
descobri que o próprio desejo exigia de mim o esquecimento das minhas condições
de vida, o afastamento da única barreira entre o amor e eu: a certeza de nunca
vir a ser amado. Julgara o desejo uma coisa muito mais límpida do que é na
verdade, não suspeitara minimamente de que ele nos obrigava, por muito pouco
que fosse, a ver-nos sob uma luz de sonho.»
Excerto de "O Templo Dourado",
de Yukio Mishima,
Tradução de Filipe Jarro,
Edição:
Assírio e Alvim, 1985
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