O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós.
JEAN-PAUL SARTRE
JEAN-PAUL SARTRE
sábado, 24 de agosto de 2013
Léo Ferré (Mónaco, 24 de Agosto de 1916 - Castellina in Chianti, Itália, 14 de Julho de 1993) poeta, anarquista e músico.
O elevado nível poético das letras das suas numerosas canções costuma reflectir um inconformismo radical de cunho anarquista e a qualidade da música e da interpretação situam-no nos maiores vultos da canção francesa. Autor de duas grandes séries de canções sobre textos de Baudelaire e Louis Aragon, utilizou também poemas de Ronsard, Apollinaire, Arthur Rimbaud entre outros.
sábado, 17 de agosto de 2013
Millôr Fernandes
Milton Viola Fernandes (Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 19231 — 27 de Março de 2012), mais conhecido como Millôr Fernandes, desenhista,humorista, dramaturgo, escritor, tradutor e jornalista brasileiro.
Terrível é o pensar./ Eu penso tanto / E me canso tanto com meu pensamento / Que às vezes penso em não pensar jamais./ Mas isto requer ser bem pensado / Pois se penso demais / Acabo despensando tudo que pensava antes / E se não penso / Fico pensando nisso o tempo todo./
Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor."
"Chato, é aquele que explica tudo tim-tim por tim-tim... e depois ainda entra em detalhes."
"Esta semana, mais um recorde da Loteria Esportiva: vinte e seis milhões, quatrocentos e vinte mil, trezentos e oito perdedores".
"O bom da gente ser pobre, triste, feio, doente e velho é que nada pior nos pode acontecer".
"Diz que o grande erro de Noé foi que ele botou na Arca apenas dois animais de cada espécie, mas quando chegou a vez dos burros deixou entrar todos".
Terrível é o pensar./ Eu penso tanto / E me canso tanto com meu pensamento / Que às vezes penso em não pensar jamais./ Mas isto requer ser bem pensado / Pois se penso demais / Acabo despensando tudo que pensava antes / E se não penso / Fico pensando nisso o tempo todo./
Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor."
"Chato, é aquele que explica tudo tim-tim por tim-tim... e depois ainda entra em detalhes."
"Esta semana, mais um recorde da Loteria Esportiva: vinte e seis milhões, quatrocentos e vinte mil, trezentos e oito perdedores".
"O bom da gente ser pobre, triste, feio, doente e velho é que nada pior nos pode acontecer".
"Diz que o grande erro de Noé foi que ele botou na Arca apenas dois animais de cada espécie, mas quando chegou a vez dos burros deixou entrar todos".
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
William Blake (Londres, 28 de Novembro de 1757 — Londres, 12 de Agosto de 1827) poeta, tipógrafo e pintor inglês, sendo a sua pintura definida como pintura fantástica.
Blake viveu num período
significativo da história, marcado pelo Iluminismo e pela Revolução Industrial na Inglaterra. A literatura estava no auge, uma espécie de paraíso para os
conformados às convenções sociais, mas não para Blake que, nesse sentido era
romântico, "enxergava o que muitos se negavam a ver: a pobreza, a
injustiça social, a negatividade do poder da Igreja
Anglicana e do
estado."
·
« Aquele que se deixa prender por uma Alegria / Rasga as asas da vida; / Aquele
que beija a Alegria enquanto ela voa / Vive no amanhecer da Eternidade."
"O amor não busca agradar a si mesmo / Nem destina qualquer cuidado a si
próprio / Mas se dá facilmente ao outro, / E constrói um Paraíso no desespero do Inferno.
"Se as portas da percepção fossem limpas, tudo apareceria ao
homem como realmente é: infinito".
"Ver um mundo em um grão de areia/ e um céu numa flor selvagem/ é ter o infinito na palma da mão/ e a eternidade em uma hora".
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Denis Diderot (Langres, 5 de Outubro de 1713 — Paris, 31 de Julho de 1784)
Denis Diderot (Langres, 5 de Outubro de 1713 — Paris, 31 de Julho de 1784), filósofo e escritor francês.
A sua obra prima é a edição da Encyclopédie (1750-1772) ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers, onde reportou todo o conhecimento que a humanidade havia produzido até à sua época.
"Dizem que o desejo é produto da vontade, mas dá-se o oposto: a vontade é produto do desejo."
"Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga."
"Apenas há um dever: o de sermos felizes."
"Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."
"Se, quando somos ricos, temos tudo, qual o interesse em termos mérito e virtude?"
"Perguntaram um dia a alguém se havia ateus verdadeiros. Você acredita, respondeu ele, que haja cristãos verdadeiros?"
"Não se retém quase nada sem o auxílio das palavras, e as palavras quase nunca bastam para transmitir precisamente o que se sente."
"A ignorância não fica tão distante da verdade quanto o preconceito."
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Mayakovsky
Vladimir Vladimirovitch Mayakovsky (★ 19 de Julho de 1893, Baghdati - † 14 de Abril de 1930, Moscou) poeta, dramaturgo e teórico russo, frequentemente citado como um dos maiores poetas do século XX, ao lado de Ezra Pound e T.S. Eliot, bem como "o maior poeta do futurismo"
E Então, Que Quereis?...
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história
é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.
Trecho de “E Então, Que Quereis?...”, de Maiakóvski.
Tradução de E. Carrera Guerra.
E Então, Que Quereis?...
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história
é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.
Trecho de “E Então, Que Quereis?...”, de Maiakóvski.
Tradução de E. Carrera Guerra.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Rolando Teixo, Pedro Bidarra
Será que o silêncio, como o
som, é passível de ter um volume que aumenta? Será possível aumentar o volume
do silêncio e ter, hoje, um silêncio mais volumoso que o silêncio de ontem,
quando, contra toda a evidência objectiva, o silêncio de hoje é igual ao silêncio
de ontem? A ausência de diálogo, de assunto, de conversa é a mesmíssima de
ontem; as notícias que saem pela televisão são as mesmas e os talheres que
batem no parto, pontuam o mesmo silêncio da mesma maneira. Mas hoje sente-se um
silêncio mais volumoso do que o de ontem. Não mais pesado, como é comum
dizer-se, não é assim que ele se sente. Sente-se apenas mais volumoso. Rolando
Teixo, Pedro Bidarra
sábado, 29 de junho de 2013
DEUS
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"A religião chegou a convencer as
pessoas de que existe um homem-invisível morando no céu, que vê tudo, todo dia,
a todo instante. E esse homem-invisível criou uma lista de 10 coisas que ele
não quer que faça. Se fizer uma dessas 10 coisas, ele tem um lugar especial
cheio de fogo, fumaça, ardor, tortura e angústia, para onde ele o envia para
sofrer e se queimar e se sufocar e gritar e chorar para todo o sempre até o fim
dos tempos...mas ele te ama!"
"Já tentei acreditar que existe um Deus
que criou cada um de nós à sua imagem e semelhança, que nos ama muito e observa
tudo. Eu realmente tentei acreditar. Mas tenho que lhes dizer a verdade: quanto
mais se vive, quanto mais se olha ao redor, mais se percebe: alguma coisa esta
errada.(...) Isso não é um trabalho bem feito, se isso é o melhor que Deus pode
fazer não me impressiona."
"Se existe um Deus, acho que a maioria
das pessoas devem concordar que Ele é, no mínimo, incompetente e talvez,
simplesmente não quer saber."
Suponhamos que suas preces não sejam
atendidas, o que diz? Oh, é desejo de Deus. Assim seja. Está bem, mas se é
desejo de Deus e se ele vai fazer o que quer de qualquer modo, pra quê serve
rezar?"
George
Dennis Patrick Carlin (Nova
Iorque, 12 de
maio de 1937 - 22 de
junho de 2008) foi um
comediante norte-americano conhecido pela sua postura crítica à religião.
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